“Amor em Excesso: Os Desafios das Mulheres que se Anulam nos Relacionamentos” (por Cidinha Pascoaloto)

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 O termo “mulheres que amam demais” descreve um padrão de comportamento afetivo onde a mulher se envolve de maneira intensa e desproporcional em relacionamentos, muitas vezes sacrificando sua saúde emocional e seu bem-estar. A Psicologia ajuda a compreender por que algumas mulheres se identificam com esse perfil e quais caminhos podem levar a uma vida afetiva mais equilibrada.

Muitas mulheres que amam demais carregam marcas da infância: como ausência de afeto, convivência em lares desestruturados ou experiências de rejeição. Essas vivências podem criar a crença de que o amor precisa ser conquistado a qualquer custo, mesmo que isso implique em sofrimento. Por isso tem um relacionamento que exige paciência.

A repetição desse padrão leva a vínculos com parceiros emocionalmente indisponíveis, abusivos ou dependentes de substâncias, reforçando o ciclo de dor.

As características mais comuns incluem autoestima fragilizada e dificuldade em reconhecer o próprio valor fora do relacionamento. Tem necessidade de controle acreditando que com esforço é possível transformar o outro. Geralmente tem medo da solidão e permanece em relações prejudiciais para não se sentir abandonada. As mulheres que amam demais assumem todas as responsabilidades do relacionamento, compram até roupas para o parceiro e se esquecem de cuidar de si.

É importante compreender que amar demais não é apenas um “romantismo exagerado”. Muitas vezes pode estar associado a dependência emocional, ansiedade, depressão e até transtornos relacionados ao estresse. O excesso de entrega pode levar ao isolamento social e à sensação constante de vazio.

 O caminho de superação envolve o desenvolvimento do autoconhecimento e reconstrução da autoestima e o fortalecimento da rede de apoio.

 Compartilhar experiências com outras mulheres em espaços terapêuticos ou grupos de apoio pode diminuir a sensação de solidão e abrir espaço para novas formas de se relacionar. Mais saudáveis, livres e equilibradas.

 Cidinha Pascoaloto-Psicóloga, CRP 06/158174. Presencial e online

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