Entendendo as Alucinações: Um Olhar da Psicologia (por Cidinha Pascoaloto)

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A alucinação é um fenômeno complexo e mental. Ela faz com que as pessoas percebam coisas que não existem. O paciente com alucinação pode ver ou ouvir algo, sentir o gosto de uma alimentação que não comeu ou sentir cheiros estranhos. Essa experiência tem impacto no dia a dia e afeta a saúde mental e o bem-estar do indivíduo.

 Os cincos sentidos do paciente, tato, olfato, paladar, visão e audição, podem ficar confusos, percebendo estímulos que não estão realmente presente, mas parecem muito reais. Esses episódios são assustadores.

O tipo de alucinação mais comum é o auditivo, quando a pessoa ouve sons, ruídos e vozes inexistentes. Essa alucinação pode acontecer em casos de ansiedade embora não seja comum.

O segundo tipo de alucinação é o visual, nessa alucinação a pessoa pode enxergar luzes, raios, pessoas e sombras irreais. A alucinação não está ligada somente a doenças mentais.

 Ela pode acontecer como efeito colateral de substâncias medicamentosas, uso de drogas e abuso de álcool. A olfativa a pessoa sente cheiros que não estão presentes no ambiente. Pessoas com esquizofrenia, depressão grave e epilepsia apresentam um quadro de alucinação por causa da condição de saúde.

Pacientes com demência, delírio e tumores no cérebro também podem apresentar alucinações como um sinal da condição da saúde. Nem sempre as alucinações são graves, mas podem ser sinal de um problema neurológico.

As alucinações afetam os pacientes emocionalmente e é comum terem sentimentos de medo, confusão e ansiedade pela incapacidade em distinguir o que é real e o que não é real. Se você tem alucinações procure ajuda médica. A terapia comportamental ajuda a desenvolver estratégias de enfrentamentos e reduzir os sofrimentos.

. Cidinha Pascoaloto-Psicóloga, CRP 06/158174. Presencial e online –  📞 (18) 99725-6418

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