A transformação Digital nos Bancos…

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A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NOS  BANCOS…                                                                               

 

*CLAUDIVAL CLEMENTE.

**CLAUDIVAL MOURA CLEMENTE

O mundo vive nos últimos tempos grandes transformações tecnológicas, que atingiram todos os seguimentos, trazendo inovações para todos indistintamente. Desde o avanço nas telecomunicações, com a popularização dos aparelhos celulares, chamados de “telefones inteligentes” (versão livre), até a sofisticação em todos os serviços prestados.

O ser humano se encontra cada vez mais “dispensável” de trabalhos de menor importância, como por exemplo, abrir um portão de garagem ou entregar um comprovante de estacionamento. As inteligências artificiais controlam o mundo empresarial e aqueles grandes centros de atendimento ao consumidor, antes realizados por pessoas comuns, são feitos por estes “bots”, uma abreviação de robô, que possuem uma programação específica para atender o consumidor em suas demandas diárias.

A comunicação da chegada da pandemia do SARS-Cov2, vírus que provoca a Covid19 ao país, as empresas, atendendo orientações dos governos estaduais e municiais, de que desde a primeira hora do anúncio se colocaram em criar protocolos para o combate do vírus, iniciaram uma nova trajetória de atendimento, priorizando o tele atendimento e as entregas em domicílio, para evitar as aglomerações e mesmo o contato de uma pessoa com outras pessoas.

Os bancos já estavam em um processo de transformação digital, movidos não só pela necessidade de aderir às novas práticas mundiais de diminuir a quantidade de agências físicas, pois vários bancos já tinham implantando o chamado “internetbank”, permitindo a utilização de vários serviços pelo computador pessoal ou mesmo pelo celular. Mesmo com o lançamento dos aplicativos, alguns bancos ainda resistiam à esta ideia, mas alguns, como o Bradesco, Itaú e Santander incentivavam a utilização dos aplicativos em celulares, mobilizando os clientes a se servirem desta facilidade.

Dois fatores foram, porém, importantes para a reviravolta dos bancos em mais do que incentivar, mas em alguns insistir com clientes, especialmente aqueles dentro do chamado “grupo de risco”, tais como pessoas idosas e portadores de doenças crônicas a instalar em seus aparelhos celulares os aplicativos, fornecendo todo o suporte para instalação por meio de ligações telefônicas dos gerentes das contas, que se dirigiam às pessoas demonstrando que durante o isolamento social deveriam permanecer em casa e evitar às saídas, mesmo que fosse aos bancos.

Antes, porém, o mercado já tinha recebido os bancos digitais, bancos totalmente sem nenhuma agência física, cujos primeiros contatos são feitos eletronicamente. Com a aprovação do cadastro, os documentos pessoais e comprovantes de residência são encaminhados da mesma forma e pronto. A conta está aberta e rapidamente o novo cliente recebe o cartão em casa e, dependendo das condições de renda e de cadastro, o cartão pode ser usado para compras à débito ou à crédito. As transferências entre contas são isentas de tarifas.  Também pode realizar saques nos postos autorizados, normalmente caixas de autoatendimento.

Os bancos digitais no Brasil são Agibank, Banco Inter, Banco Inter, C6Bank, Mercado Pago, Neon, Nubank ,Pagseguro e o Sofisa. Estes bancos fazem um contraponto aos bancos tradicionais, sem agências físicas e todos os serviços de maneira eletrônica, com total segurança para os correntistas.

Estes dois aspectos estão alterando a política de todos os bancos, porque estas mudanças estão ocorrendo a muitos anos em países mais avançados, como os das Europa e EUA e é inevitável que os bancos brasileiros também se tornem mais eletrônicos, mais eficientes e mais seguros.

Afinal estamos vivendo uma era da G5, uma tecnologia muito mais avançada e caminhando no sentido de que todas as empresas públicas e particulares, todos os governos e todas as pessoas sejam totalmente conectadas e possam se comunicar entre si, com total segurança.

Mesmo com toda esta revolução digital ainda estamos combatente a pandemia e vamos manter todos os protocolos de prevenção e precaução no combate ao SARS-Cov 2, mantendo os cuidados de distanciamento social e higiene pessoal .Importante sempre lembrar de lavar as mãos com frequência, com água e sabão durante 20 segundos ou higienizar com álcool gel 70%, evitar tocar a boca, o nariz e os olhos com as mãos e cobrir a boca quando tossir ou espirrar.Saindo de casa, use sempre as máscaras, com a devida cautela, evitando aglomerações. Nunca toque na máscara e não é necessário baixar ou tirar a máscara para falar ao celular ou ouvir ou gravar alguma mensagem no watts. A máscara é a melhor proteção no momento.

Juntos somos mais fortes, juntos venceremos. O Brasil irá vencer o vírus. O Brasil precisa de todos nós.

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*Formado em Direito pela UENP – Universidade Estadual de Direito do Norte Pioneiro em Jacarezinho e em Administração de Empresas nas Faculdades Integradas de Ourinhos. MBA em Comunicação Corporativa pela Universidade Estácio de Sá(em curso) . Sócio sênior da BCRC Consultoria em Comunicação.

** Revisão e colaboração  – Administrador de Empresas pela Universidade Cidade de São Paulo – UNICID.