Polícia Civil recupera R$ 8,5 MIL com estelionatárias que aplicaram golpe em revendedora do SP CAP em Junqueirópolis


10/02/2019 13:02



A casa caiu! Esta expressão é muito utilizada no meio policial quando um infrator ou contraventor é desmascarado pela polícia. Ou seja, alguém que se deu mal quando tentava cometer um delito.

E a casa caiu neste domingo, 10/2, para duas estelionatárias que aplicaram um golpe contra uma revendedora do título de capitalização SP CAP, em Junqueirópolis. Na ação que elucidou o caso, a Polícia Civil (PC) recuperou R$ 8,5 mil em dinheiro, além de todos os canhotos preenchidos e cartelas não vendidas da edição de número 129 do título de capitalização, que neste domingo vai sortear meio milhão de reais no quarto prêmio.

De acordo com a PC, duas mulheres, trajando camisetas com a logomarca da empresa, foram até uma revendedora residente em Junqueirópolis e informaram que estavam ali para efetuarem o recolhimento das cartelas preenchidas e do valor referente aos títulos vendidos. Elas se passaram por representantes do SP CAP para enganar a revendedora, com o intuito de furtar o dinheiro.

Ludibriada, a revendedora entregou às golpistas cerca de 470 canhotos preenchidos pelos compradores das cartelas, 130 cartelas que não haviam sido vendidas, além de aproximadamente R$ 8.500,00 em dinheiro. Quando deu fé que caiu num golpe, a revendedora acionou a polícia.

De posse das informações, os investigadores da Polícia Civil deflagraram diligências e identificaram uma suspeita, cuja foto foi exibida posteriormente à vítima que, de imediato, reconheceu a golpista identificada pelas iniciais R. P. C. L., moradora de Ouro Verde. Logo em seguida, os policiais apuraram também a participação de uma prima da golpista, identificada pelas iniciais G. S. P., residente em Junqueirópolis.

G. S. P., foi conduzida à Delegacia de Polícia de Junqueirópolis, onde acabou confessando a fraude. Todo o dinheiro, bem como as cartelas e os canhotos foram apreendidos e restituídos à vítima.

As investigadas responderão pelo crime de estelionato, cuja pena é de 1 a 4 anos de reclusão. G. S. P., foi liberada por não haver situação flagrancial. O delegado Eliandro Renato dos Santos chefiou a operação que elucidou o estelionato.

Fonte: Fernando Ramos


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